29 de agosto de 2016

MEDIOCRIZADORES DO EVANGELHO PARTE 2.


O culto nas igrejas dos mediocrizadores do Evangelho é uma algazarra, uma folia. Tudo é forró, samba, axé e rock. A igreja funciona como um clubão, um barzinho onde os seus membros comem, praticam esportes, bebem e se divertem. Não há quebrantamento, nem mudança de vida, nem exortação à santidade. Além disso, os cultos são roteirizados para que as pessoas se sintam bem e saiam satisfeitas consigo mesmas.


Nesse contexto, a chamada ao arrependimento é varrida para baixo do púlpito. O negócio é manter uma mensagem secularizante: ter fé, ser bom, praticar o bem, ser solidário.
Há muita gente inserida nesses quatro pilares e vão para o inferno. Não há salvação sem arrependimento. O Evangelho trata da rebelião do homem contra um Deus santo que em última instância o condenará ao inferno se ele não se arrepender de seus pecados. De acordo com a Bíblia o Evangelho são as Boas Novas pelas quais os perdidos podem ser perdoados de seus pecados e receber a retidão de Cristo. O verdadeiro Evangelho é: Aquele que não está disposto a perder sua vida para ter Cristo, não é digno dEle. Essa verdade os mediocrizadores do Evangelho não pregam. Para eles, o negócio é alimentar o povo com promessas que Deus nunca fez.


Uma característica dos satânicos mediocrizadores é que eles adoram diluir a doutrina. Vivem fora das balizas doutrinárias e dentro dos muros de revelações, sonhos e visões subjetivas feitas na carne. Ora, diluir a doutrina é destruir os alicerces da vida cristã, é querer por um corpo de pé e em movimento sem a estrutura óssea. A pureza doutrinária é de importância vital: “Quem quer que transgrida e não cumpra a doutrina de Cristo, não tem Deus; Aquele que permanece na doutrina de Cristo tem tanto o pai como o filho” (2 João 1:9).



Precisamos de um avivamento urgente na pátria brasileira. Precisamos nos arrepender do ativismo religioso, da religiosidade festeira e gaiata. Precisamos nos libertar dos sermões gongóricos, louvorzões histéricos e shows gospels. Precisamos abandonar o discurso do mundo, a cultura do mundo, a sintaxe do mundo, e as práticas do mundo. Precisamos voltar às verdades antigas do Evangelho. Precisamos de uma aguda separação do mundo. Precisamos sentir a nojeira do pecado e nos refugiar na graça de Cristo! Chega de fraude religiosa, chega de enganação, chega de ovações, chega de guloseimas, chega de mediocridade! Que o Senhor traga de volta o senso da eternidade nos nossos corações através do avivamento!

27 de agosto de 2016

MEDIOCRIZADORES DO EVANGELHO PARTE1.

Estamos vivendo a época da mediocrização do Evangelho. Pastores inescrupulosos oferecem perdão em troca de dinheiro; anunciam um Deus que se deixa subornar por ofertas; um Deus que é um quebrador de galhos que enriquece as pessoas que o coloca na parede.


Enfim, um Deus que é um babaquara-bonachão com um saco cheio de presentes para dar àqueles que vivem de religiosidade festiva, ou seja, freqüentam a igreja aos domingos, dizimam, ofertam, cantam corinhos, pulam, sapateiam, assobiam, gritam, dão vaias, sopram, estouram bolas, gingam o corpo, gargalham, dançam, rodopiam, berram e batem palmas. A ladainha arrazoada dos mediocrizadores do Evangelho é sempre a mesma: “Venha buscar sua bênção”, “Aprenda a vencer o devorador”, “Deus derramará uma unção financeira sobre você”, “Venha recuperar o que o diabo roubou de você”, “Aprenda a viver acima da média”, “Torne possível seus impossíveis”, “Exija seus direitos a Deus”, e por aí vai. 

Nesse contexto, a posição de servo inútil recuou diante da arrogância do status de filho do rei que reivindica seus direitos. No Novo Testamento há 24 ocorrências sobre “Vontade de Deus”, mas os mediocrizadores do Evangelho insistem em adulçorar a boca de seus ouvintes dizendo que pedir segundo a vontade de Deus é falta de fé. Esquecem esses falsários do Evangelho que direito é mérito e nós temos graça e não mérito. Além disso, Deus é movido pela sua graça e não por nossos méritos.

Hoje os crentes estão como o povo na época de Jeremias: Só querem ouvir coisas boas, como ser rico e o que fazer para ter um carro zero e morar numa cobertura olhando para o mar. Não querem ouvir nada de abandono de pecados como: cinema, Tv, circos, maquiagens, mundanismo, futebol, vestes indecentes e etc, nada de necessidade de arrependimento. 



Compromisso com Deus, intimidade com Deus, aprofundamento no relacionamento com Deus, santidade, vida de oração, nem falar! Os falsos profetas na época de Jeremias contrastavam a sua mensagem. Os falsos profetas só falavam aos seus ouvintes de vitória, prosperidade, riquezas e futuro radiante. Jeremias falava de juízo, de pecado e necessidade de arrependimento. Para os falsos profetas e o povo, Jeremias era um antiquado, ultrapassado, quadrado, xiita, radical, legalista. Mas, sem se preocupar em ter sucesso, Jeremias disse que os profetas agiam falsamente e curavam superficialmente as feridas do povo. A situação na época de Jeremias é a mesma dos dias atuais. Os crentes não gostam de serem advertidos, não gostam de serem convocados a andarem na contra mão do mundo vivendo uma vida piedosa. Gostam de serem bajulados. 


Estão infectados com o vírus do Evangelho medíocre o que os deixam ávidos por benção, ou seja, estão acometidos de uma doença: bençãotite. Por outro lado, os inescrupulosos mediocrizadores do Evangelho dizem sempre paz, paz! oferecendo ao povo festas e louvores, louvores e festas, ou seja, a vida religiosa festiva basta. Na visão dos líderes mediocrizadores, o homem não precisa se enquadrar na vontade de Deus, por isso, seus sermões são massageadores do ego e lisonjeiros ao pecador. 


A pregação desses satânicos homens não é focada nas exigências morais e espirituais de Deus, pois as necessidades materiais dos ouvintes têm mais relevância que a proclamação da santidade de Deus. Esses burlões sempre oferecem a graça de Deus ligada aos bens materiais omitindo a santidade, a vida de renúncia e o abandono de pecado. Esses embusteiros se esquecem que o Evangelho não é um chamado para viver nababesco, mas um chamado para andar com Deus tomando a cruz. 


Deus não se deixa vender. Deus não é devasso. Deus não se deixa subornar por ofertas. Deus quer caráter e vida submissa a Ele. Ninguém está autorizado a oferecer carro zero, casa própria e unção financeira em nome de Deus. Jesus ofereceu a cruz.

25 de agosto de 2016

Qual é o Problema de Usar Jóias?

Ainda no meio cristão existe uma grande dúvida com relação ao uso de adornos (brincos, colares, maquiagem pesada, piercing, etc), principalmente em meio ao público jovem. Para esclarecermos esse assunto, precisamos da palavra de Deus, pois nela podemos descobrir qual é a Sua vontade para a nossa vida. A Bíblia nos apresenta vários textos que nos ajudam a compreender esse assunto.

No início da igreja cristã,os líderes fizeram fortes declarações quanto à aparência.O apóstolo Paulo escreveu que as mulheres cristãs deveriam se vestir com modéstia, sem se enfeitar demais e sem usar jóias e roupas estravagantes (I Tim 2:9). Pedro expressou esse mesmo pensamento escrevendo que as mulheres cristãs não deveriam usar enfeites, jóias, etc, mas que a verdadeira beleza deveria estar no coração e no espírito calmo e dedicado (I Ped 3:3 e 4).

Quando Jacó convocou sua família para dedicação de si próprio a Deus, entregaram ao patriarca “todos os deuses estrangeiros que tinham em mãos, e as argolas que lhes pendiam das orelhas.” Os quais foram enterrados por Jacó. (Gên 35:2-4).

Depois da apostasia do povo de Israel, quando saíram do Egito, com o bezerro de ouro, Deus ordenou que tirassem as jóias e Ele veria o que faria com o povo. Em penitência eles tiraram seus enfeites (Êx. 33:5 e 6)

Essa prática (o uso de adornos e adereços, e pintura) surgiu com os povos pagãos a muito tempo atrás, na época bíblica do antigo testamento. Portanto a Bíblia toda vez que se refere a esse assunto, associa com o paganismo e apostasia (II Reis 9:30 e Jeremias 4:30).

Deus criou o ser humano maravilhoso e perfeito à Sua imagem e semelhança. Não precisamos querer melhorar o que Deus já fez maravilhoso. E não podemos esquecer que ao se usar esse tipo de adereços, provoca um sentimento em nosso coração: a vaidade. O mesmo sentimento que surgiu no coração de Lúcifer, levando-o ao pecado e iniquidade, e hoje nós todos colhemos.s conseqüências disso. Pense nisso!

22 de agosto de 2016

Reflexão

"Gastamos nosso tempo evitando o pecado, não o planejando. Mas não pense, nem por um minuto, que, pelo fato de não desejarmos cair, não cairemos. Satanás tem uma estratégia especial para você e ele somente a põe em prática quando você não está olhando" VIGIE!

15 de agosto de 2016

TOCHA OLÍMPICA - CRISTÃOS PODEM PARTICIPAR DESSA CERIMÔNIA?


“Sua chama remete aos primórdios dos Jogos, no século 8 a.C.: os gregos da Antiguidade consideravam o fogo um elemento divino e mantinham chamas sempre acesas em frente a seus principais templos – como o santuário de Olímpia, que recebia as competições esportivas. 

Para assegurar sua pureza, a chama era acesa pelos raios do sol através de uma “skaphia”, espécie de espelho côncavo que converge os raios para um ponto específico. Na Era Moderna, esta cerimônia continua sendo realizada para acender a chama em frente ao Templo de Hera, na mesma cidade de Olímpia, com mulheres caracterizadas como "sacerdotisas", entre 90 e 100 dias antes de cada edição dos Jogos Olímpicos de Verão e de Inverno.” Fonte
O cristianismo também é rico em figuras rituais simbólicos; e sabemos o poder dos símbolos. Por quê permitimos que essa cultura pagã faça parte de nossos interesses?

O paganismo do passado é o mesmo de nossos dias atuais; minimizamos o seu poder devido ao conhecimento científico. Imaginamos que ciência excluiu a existência dos deuses da antiguidade, mas as forças atrás deles sempre existiram.

“A chama olímpica, referência ao fogo que queimava em homenagem à deusa Hera (Juno) durante os jogos de Olímpia.” Fonte : UOL

Essa deusa levou milhares de cristãos serem martirizados por não se renderem à cultura grega e às imposições do Império Romano; render homenagem a esse símbolo é menosprezar a vida dos mártires e desprezar o mandamento que ordena – “Não terás outros deuses” Ex 20:3.

Cristãos do passado se excluíam da cultura grega ou dos rituais do império romano, e não deveria ser diferente em nossos dias.

Inácio de Antioquia foi um desses cristãos do segundo século, martirizado pela política de perseguição do Imperador Trajano em 107 dC. Foi preso em Antioquia da Síria, e levado para Roma, por se negar a queimar incenso ao Imperador.

Em Roma, entrevistado por um procurador, foi persuadido a render honra ao Imperador, mas permaneceu firme em seu propósito em não negar sua fé. Foi colocado em uma fogueira e queimado vivo em praça pública.
Inácio de Antioquia podia ter racionalizado como hoje fazemos; afinal queimar incenso era um hábito bíblico no Tabernáculo. Por quê não poderia queimar incenso em honra ao Imperador? A própria Bíblia afirma que devemos honrar as autoridades. E, afinal, era para salvar sua vida.

Racionalizar é para pagãos, não para cristãos.

Por outro lado a ‘Chama Olímpica’ ou a ‘Tocha Olímpica’ fazem parte desta cultura pagã do Olimpo; no panteão dos deuses gregos Hera era uma rainha do Olimpo, conhecida também como a deusa protetora do casamento, da vida e da mulher, governava Olimpo ao lado do seu marido o Zeus, a divindade máxima. É no templo de Hera, na Grécia que essa chama pagã é acesa.

“A tocha olímpica é acesa em uma cerimônia nas ruínas de Olímpia na Grécia. Raios de sol refletidos por um espelho dão origem à chama. Mulheres vestindo túnicas no estilo grego antigo conduzem todo o ritual e passam a tocha ao primeiro corredor. A tradição é mantida desde os Jogos de 1952 em Helsinque” Fonte: UOL

Participar do ritual da Tocha Olímpica é participar de um ritual pagão. A mídia, os jogos, a cultura e outros fatores não excluem a natureza pagã desse evento.

Falta aos cristãos da atualidade, discernimento; há coisas que não é preciso ler muito, ou se investigar muito para se ver o paganismo envolvido.

Estamos falando de deuses, rituais e crenças – coisas que o primeiro mandamento condena no paganismo.


“O Meu povo está sendo destruído por falta de conhecimento” Oséias 4.6

14 de agosto de 2016

Reflexão

"Se você não crê na existência do diabo, experimente resistir a ele por algum tempo vivendo uma vida em santidade na sã doutrina e saberás que ele é real"

12 de agosto de 2016

Intercessor tem revelação sobre o arrebatamento!

Em uma visão vi bem rápido num abrir e fechar de olhos uma noiva muito sorridente porém não saberia descrever a formosura e beleza da mesma. E ela ia ser entregue pro noivo, estava muito muito próxima pra ser entregue pro noivo.  Olhando a noiva eu ouvi uma voz que me dizia: Falta muito pouco para igreja ser arrebatada, se prepara, se santifica!


10 de agosto de 2016

Porque não tirar as cutículas?

Tirar a cutícula, ou seja, aquela porção de pele que fica no início das unhas, pode ser uma péssima ideia. Apesar de essa ser uma prática comum nos salões de beleza do Brasil (e de muitas partes do mundo), a cutícula é nada mais do que um sistema de defesa que não só protege o dedo das sujeiras do dia a dia, como também entrega nutrientes às unhas. Cortar a cutícula pode favorecer o surgimento de infecções e de doenças na unhas, e faz também com que a condição geral dos dedos e das mãos se deteriore, não tire a cutícula, Deus colocou ai para te proteger, não descaracterize a glória de Deus que é a sua criação, os céus declaram a glória de Deus; e a expansão está contando o trabalho das suas mãos. Sl 19:1.


E viu Deus tudo quanto tinha feito, e eis que era muito bom; e foi a tarde e a manhã, o dia sexto.  Gênesis 1:31

8 de agosto de 2016

Reflexão

"O pecado é um desafio à justiça de Deus, um roubo à sua misericórdia, um zombar de sua paciência, um desprezo ao seu poder e um desdém ao seu amor"

7 de agosto de 2016

O DEUS ADOCICADO


A igreja moderna sob a pressão das filosofias seculares e modismos, tem saído do padrão das Escrituras. Muitas igrejas estão repletas de truques, invenções e técnicas de marketing onde o Evangelho perdeu sua profundidade, a fé virou atividade recreacional e Deus passou a ser um adoçante para a alma humana. As mensagens são sempre do tipo “como chegar a uma visão elevada de si mesmo”, “como adquirir um senso de valor pessoal”, “como sentir-se bem sobre si mesmo”. Na verdade, Deus é melífluo, adocicado, pois existe para fazer as pessoas felizes, nunca para lhes dizer como viver. Neste contexto, o coral é doce, a banda é doce, a mensagem é doce, o culto é doce, a adoração é doce, o pastor é uma doçura!

Os seguidores do Deus adocicado pregam uma “crença fácil” que permite às pessoas experimentarem uma alegria do tipo “viagem de drogas”, mas não uma alegria profunda e duradoura, proveniente da séria obediência aos mandamentos de Cristo. A bandeira da “crença fácil” é “seja feliz e abençoado”. A “crença fácil” leva as pessoas a dizerem: “Quero Cristo e meu orgulho”, “Quero Cristo e as minhas trapaças”, “Quero Cristo e minhas relações ilícitas”, “Quero Cristo e minhas mentiras”, “Quero Cristo e meu materialismo”, “Quero Cristo e meu pecado”. À luz do Novo Testamento a “crença fácil” é inadequada. Deus nos chama a uma vida santa útil, correta e dedicada ao Senhor. A vida de um crente verdadeiro nunca é descrita como uma existência fácil na qual se pode fazer o que bem entende.

Os líderes do Deus adocicado usam uma máscara de piedade. Eles querem ser um doce para com todos. Por isso, quando falam de piedade referem-se a um sentimentalismo insensato que justifica o pecado. Eles baixam o nível do padrão de justiça e aprovam os padrões do mundo. Aceitam a ética e a conduta mundana. Não ensinam a autonegação. Tratam o pecado com melifluidade. Nunca dizem às pessoas que elas estão perdidas sem Jesus. Isso produz um rebanhão que não vive uma vida piedosa para oferecer uma definição honesta de Cristianismo. Ora, Jesus nunca se preocupou em ser doce. Jesus passou a ser rejeitado e odiado no início de seu ministério. Ele disse aos fariseus e à multidão: “Vou lhes avisar logo de início que existe um preço a ser pago para que vivam no meu reino; não pensem que terão tronos, glória, coroas, fama, prestígio, popularidade, aceitação, o amor, o elogio e a exaltação de todos; se viverem para o meu reino, sofrerão”. Os fariseus se retiraram e logo conspiraram com os herodianos, contra Ele, em como lhe tirariam a vida. Quando você está disposto a perder a si mesmo por Cristo, então você ganha. Os líderes do Deus adocicado não ensinam essa verdade simples e profunda.

Os pastores do Deus adocicado tratam a verdade bíblica superficialmente. Desviaram-se da simplicidade que há em Cristo. Ludibriam o povo apelando para todos os tipos de novidade. São fascinados pelo extravagante e mestres da “coisa nova”. Através de sermões manipuladores e malabaristas, conseguem desviar os olhos das pessoas de Cristo para eles mesmos ao declararem que têm uma “tremenda força espiritual” e “oração forte” capaz de desafiar Satanás. Nem mesmo o poderoso Arcanjo Miguel ousou pronunciar juízo de maldição contra o diabo como fazem esses líderes do Deus adocicado (Judas 9).

A verdade é que aqueles que têm pregado o Deus adocicado têm levado muitos a buscarem experiências fantasmagóricas, as quais têm conduzido a um pseudo-cristianismo, com aparência de espiritualidade, e sem a menor fundamentação escriturística. A fim de tornar o ambiente cúltico adocicado os pastores do Deus melífluo declaram que já foram ao céu, conversam com anjos diariamente e têm visões místicas. Um ostensivo ocultismo prevalece nos cultos de suas igrejas. Há um clamor para que anjos se façam presentes. Os “videntes” vêem “anjos” sapateando na plataforma e passeando nos corredores da igreja. Os cabalistas vêem “serafins” voando sobre a cabeça dos obreiros e o pai-apóstolo dá ordens a Miguel e a Gabriel semelhante a alguém que manda o seu cachorro pegar um osso. A igreja numa gritaria histérica entra em catarse. Os anjos do Senhor não são funcionários de homens, eles não agem através de ordens humanas. Tanto no Antigo Testamento como no Novo Testamento os homens não são exortados a invocarem anjos, mas, sim, ao Senhor. O apóstolo Paulo exorta dizendo: “Ninguém vos engane a seu bel-prazer, com pretexto de humildade e culto aos anjos, baseando-se em visões, estando debalde inchado na sua carnal compreensão” (Cl 2:18).

Satanás cegou o entendimento desses líderes conduzindo-os à infidelidade contra Deus. Todos esses pastores são discípulos de Simão, o mágico; estão em fel de amargura e em laço de iniqüidade, por isso receberão a devida condenação, pois trocaram o Deus verdadeiro pelo Deus adocicado.

Ir. Marcos Pinheiro