13 de março de 2017

Reflexão

"Não se pode perder um minuto sequer em tirar o mundo da igreja e a igreja do mundo, porque se não tirar o mundo da igreja, o diabo ali fará seu trono, pois o trono do diabo é o mundo e a  sua coroa a sensualidade e o seu bastão a ganância."


9 de março de 2017

Artista gospel não!


A palavra “artista” desenvolveu o seu significado de uma palavra grega que nós traduzimos como “hipócrita”. Ou seja, o termo “artista” veio da palavra “hipócrita”. Porque o artista finge ser o que não é, foi natural o hipócrita ser confundido como tal.


Qualquer um que finge ser o que não é, é um artista, um hipócrita. E não existe um tipo de gente com o qual Jesus foi mais duro do que com estes. Nenhum hipócrita herdará o reino de Deus.

4 de março de 2017

CONTAMINAÇÃO


Em Gênesis 31:13, Deus ordenou a Jacó que saísse da cidade de Síquem – “Eu sou o Deus de Betel, onde tens ungido uma coluna, onde me tens feito o voto; levanta-se agora, sai-te desta terra, (a terra de Síquem) e torna-te à terra da tua parentela”. Síquem era uma cidade pagã e Deus na sua sabedoria sabia do perigo que a família de Jacó passava no convívio com pessoas imorais que não temiam ao Senhor. Jacó, porém, optou por conviver em estreita ligação com o povo pagão de Síquem. Ele deixou de estabelecer limites e normas corretas para seus filhos, no tocante à sua interação com os ímpios. Jacó deixou de observar devidamente a seus filhos. Diná, filha de Jacó, procurou conviver com as mulheres ímpias e vaidosas – as filhas da terra de Síquem e, ao invés de influenciá-las a deixarem as vaidades e a idolatria, foi influenciada. A Bíblia diz em Gênesis 34:5 que Diná foi contaminada – “Quando Jacó ouviu que fora contaminada, Diná, sua filha, estavam os seus filhos no campo com o gado; e calou-se Jacó até que viessem”. Com que Diná foi contaminada? Com vírus? Com bactérias? Com fungos? Evidentemente que não. Diná foi contaminada pela prostituição e pelo uso de jóias. Em Gênesis 34:2 e 3 lemos: “E Síquem, filho de Hamor, Heveu, príncipe daquela terra, viu-a (viu a Diná), e tomou-a, e deitou-a com ela...”.Em Gênesis 35:1 Deus ordenou que a família de Jacó seguisse para Betel a fim de levá-la a uma mais estreita obediência à sua palavra. Jacó reconhece, na ordem divina para que retornasse a Betel, a necessidade de renovar as relações estabelecidas com Deus, mediante a abolição da vaidade e da idolatria, que lhe transtornara o ambiente doméstico – “Depois, disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel e habita ali; fazei ali um altar ao Deus que te apareceu quando fugiste diante da face de Esaú, teu irmão” (Gênesis 35:1). Jacó reconhecendo o agravamento da deterioração espiritual da sua família ordenou a todos os seus familiares: “... Tirai os deuses estranhos que há no meio de vós, e purificai-vos, e mudai as vossas vestes” (Gênesis 35:2). No versículo 4 de Gênesis 35 lemos: “Então deram a Jacó todos os deuses estranhos que tinham em suas mãos e as argolas que lhes pendiam das orelhas; e Jacó os escondeu debaixo do carvalho que está junto a Síquem.”Observe as duas contaminações: “... deuses estranhos que tinham em suas mãos” (Idolatria), “... argolas (pendentes) que lhes pendiam das orelhas” (uso de jóias). Antes da convivência com o povo de Síquem a família de Jacó não era idólatra e nem usava jóias. A idolatria e o uso de jóias eram típicos dos ímpios de Síquem. Jacó ao receber de seus familiares os deuses estranhos e as jóias, não os levou para Betel, mas os escondeu debaixo do carvalho que está em Síquem. Era como se Jacó dissesse: Os deuses estranhos e as jóias são típicos do povo de Síquem e não do povo que teme o Deus Vivo. Depois dessa renovação espiritual de Jacó, ele voltou a experimentar a proteção, presença, revelação e bênçãos de Deus. Deus renova a promessa do concerto abraâmico – “... Uma nação e multidão de nações sairão de ti, e reis procederão de ti; te darei a ti a terra que tenho dado a Abraão e a Isaque e à tua semente depois de ti darei a terra” (Gênesis 35:11 e 12).

Levantemo-nos pela verdade, não importando o preço!



27 de fevereiro de 2017

Reflexão


Para o cristão, este mundo é uma arena, e não uma cadeira de balanço.

25 de fevereiro de 2017

Ou não vos ensina a mesma natureza que é desonra para o varão ter cabelo crescido? Mas ter a mulher cabelo crescido lhe é honroso porque o cabelo lhe foi dado em lugar de véu 1 Cor 11:14.15 .


Havia na época de Paulo, um consenso universal acerca do que a natureza ensina quanto aos cabelos de homens e mulheres. Assim, competia e compete ao cristianismo respeitar a natureza, e não desconsiderá-la. Nos dias de Paulo, as prostitutas se davam a conhecer usando cabelos curtos. Elas faziam o que era contrário à natureza a fim de atrair os homens a afagos que também são contrários à natureza, e o apóstolo dos gentios não desejava que as mulheres crentes imitassem as prostitutas.
Por outro lado, os cabelos longos de uma mulher simbolizam a sua posição de subordinação ao homem, bem como a sua posição na hierarquia divina de poderes, sinal de poderio, por causa dos anjos.

Assim sendo, constitui-se um ato de rebeldia e insubmissão uma mulher desfazer-se de seu véu natural, isto é, cortar os seus cabelos. A mesma orientação é extensiva aos homens. Assim como a natureza ensina as mulheres a manterem os cabelos longos, aos homens a natureza ensina a usarem seus cabelos curtos como sinal de autoridade.
Algumas vezes o uso do cabelo comprido pelos homens estava associado a homossexualidade, e também era comum a cabeleira em filósofos e bárbaros.
Porém, os homens hebreus usualmente andavam bem penteados e cortavam o cabelo quase como cortam hoje os ocidentais.

Então, qual deve ser o comprimento? O termo grego – “phusis” é traduzido como "a própria natureza", ou seja, a natureza se encarrega disto de acordo com o biótipo de cada pessoa. Assim, este princípio é determinado pela própria natureza e não pela intervenção humana, isto é, cabelos longos para as mulheres como sinal de submissão e cabelos curtos para os homens como sinal de autoridade.

22 de fevereiro de 2017

PASTORES FORMIDÁVEIS

As pessoas hoje estão ouvindo um evangelho modificado, enfraquecido. Líderes estão fazendo a fusão de Cristo e o mundo, é o evangelho flex: Deus e o mundanismo, coligados. Portanto, o rebanho é conduzido a um estilo de vida medíocre. Para muitas “ovelhas” esses líderes são “pastores formidáveis”, pois promovem teatros, showbusiness, coreografias e divertimento como uma alternativa para o desafio direto da proclamação da Palavra de Deus. Na visão dos “pastores formidáveis”, o público do século 21 quer grupo de rock, conveniência e informalidade. Portanto, é preciso condescender com os desejos da carne dos profanos para dar-lhes exatamente aquilo que eles gostam: hip-hop “cristão” e letras rap unidos à doutrina da graça.

Os “pastores formidáveis” não hesitam em passar por cima da consciência cristã, aconselhando seus seguidores a tornarem-se amigos do mundo. A mocidade é incentivada a sentir, sobre o corpo, o mesmo impacto da música rítmica que experimentaria num show mundano de música pop, inclusive, com o mesmo jogo de iluminação e atmosfera libidinosa. Nesse contexto, Deus está cheio de sorrisos e sempre pronto para dar a vitória e abençoar, independente de como se vive. “Arrependimento” não se fala mais, é algo descartado. Esquecem esses “formidáveis pastores” que o Evangelho ensina consagração, reverência, obediência e separação do mundo.

Os métodos de evangelização usados pelos “pastores formidáveis” para atrair multidões tais como teatros e filmes são madeira, feno e palha. Teatros, dramas e filmes proporcionam um arrependimento “diet”, uma profissão de fé rasa e ilusória. Na realidade, o teatro, o drama e os filmes são formas sutis de manipulação emocional através das múltiplas personagens e não um apelo verdadeiro à mente (Rm 12:1). O teatro distorce a verdade do Evangelho obscurecendo a mensagem central, pois conduz desde o princípio as pessoas ao terreno da irrealidade. O teatro usado como evangelização é a metodologia diet do tipo “pega leve”, “evite a ofensa da cruz”, “agrade a todos”. Toda a evangelização do Novo Testamento foi através da pregação da Palavra. O mundo da época era repleto de arte dramática, folclore e simbolismo cultural, mas os mensageiros da cruz foram indiferentes a tudo isso. A igreja primitiva através da proclamação da Palavra por meio de palavras virou o mundo de cabeça para baixo. Em Romanos 10:14 não está escrito: “Como ouvirão se não há um ator? uma coreografia? um jogral? A comunicação do evangelho deve ser com palavras dirigidas à mente, nunca através de comédias, dramas ou cenas teatrais.

No drama, a solidariedade fica acima do entendimento espiritual. Somente a pregação direta sem truques teatrais persuade a mente livre do pecador. O drama, o filme, o teatro leva o espectador a um transe emocional por algo que se move a nível carnal resultando numa adesão, e não numa conversão.

Em época de eleição, os “pastores formidáveis” cedem o seu “formidável púlpito” aos candidatos em troca de benesses. Esses líderes estão fazendo a igreja perder a visão para a qual foi chamada. A igreja foi chamada para proclamar o arrependimento, a santidade e o escândalo da cruz, nunca para fazer propaganda de candidatos à política. Aliás, os crentes da igreja primitiva sem nenhum vínculo com a política da época, contagiaram os de fora somente exalando o perfume de Cristo, e anunciando todo o Conselho do Senhor. Precisamos imitá-los!

Muitos desses “pastores formidáveis” para engordar ainda mais sua conta bancária candidatam-se a cargos políticos alegando que a igreja precisa de representantes evangélicos no poder público. A igreja nunca precisou e nunca vai precisar de representantes no Congresso para realizar sua função. Querer atribuir a função da igreja a um parlamentar crente é desconhecer a missão da igreja de Cristo. A igreja tem que influenciar a sociedade, e isto não se fará através de leis, mas através da genuína pregação do Evangelho. Querer fazer leis com princípios cristãos objetivando melhorar as condições moral e ética do País é reconhecer a ineficácia do poder do Evangelho. Ademais, a função de transformar homens ímpios e perdidos em homens tementes a Deus não é de parlamentar ou governante algum, mas, sim, da igreja. Não precisamos de um vereador evangélico, nem de um deputado, nem de um senador, nem de um presidente. Estado é Estado, igreja é igreja. O problema do homem não é político, é pecado. Não será um político que trará a Bem-Aventurança, mas o colocar-se sob o Senhorio de Deus e anunciar Cristo crucificado e ressuscitado. A Bíblia não diz: “Feliz a nação cujo governante é crente”, mas diz: “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor”

Não devemos nos preocupar em sermos taxados de radical, legalista ou quadrado. A defesa da sã doutrina deve permanecer nos nossos corações. Os “pastores formidáveis” querem transformar o Evangelho que é o Pão da Vida numa espécie de farinha de rosca mofada que não serve para nada.

19 de fevereiro de 2017

Pedro, Ananias e Safira

Pedro, sob a inspiração do Espírito de Deus, percebeu a hipocrisia de Ananias e Safira. Imaginem o choque de Ananias! Ele compareceu perante os apóstolos, colocou sua oferta aos pés deles, declarando-lhes presunçosamente ser aquele todo o dinheiro obtido com a venda da propriedade. É provável que tenha permanecido ali por um momento, deleitando-se no que presumia ser a aprovação dos presentes. Deve ter imaginado que os apóstolos estavam vendo-o como um exemplo de espiritualidade, um homem generoso e piedoso.
De repente, Pedro lhe disse: “Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisse ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo?” (At 5.3) – uma afirmação um tanto confrontadora para um culto na igreja.
Em muitas igrejas, Ananias teria recebido a aprovação que buscava, a despeito de suas intenções. O líder de uma igreja pragmática poderia raciocinar: Afinal, esta é uma considerável quantia de dinheiro. Tudo bem, as intenções dele não são puras: mas, gente, ele não é um sujeito ruim, e nós podemos fazer uso desse dinheiro. Não podemos envergonhá-lo na frente de todos. Se o fizermos, jamais receberemos dele um centavo sequer.
Pedro não pensou assim. Confrontou o pecado diretamente: “Por que encheu Satanás teu coração?” Note que Pedro estava pondo a culpa em Ananias, não em Satanás. “Por quê?”, ele perguntou. E novamente: “Como, pois, assentaste no coração este desígnio?” (At 5.4).
Pedro deixou claro que o pecado foi a hipocrisia de Ananias, não o fato de ele ter retido parte do dinheiro: “Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder?” (At 5.4). Ananias poderia ter feito o que desejasse com o dinheiro. Poderia não ter vendido a propriedade. Não havia qualquer exigência para que ele fizesse o contrário. Não teria pecado se houvesse dito: “Vendi minha propriedade; eis parte do dinheiro.” Ele tinha pleno direito de dar quanto quisesse. Mas ele pecou ao declarar que estava dando tudo, quando, na verdade, guardara parte do dinheiro para si mesmo.

O Juízo de Deus

A resposta de Deus foi imediata, severa e final. Ele matou Ananias no mesmo instante. “Ouvindo estas palavras, Ananias caiu e expirou” (At 5.5). Foi um ato judicial do Deus santíssimo. Quem sabe o coração de Ananias parou de bater por causa do terror que se apoderou dele. Isto aconteceu diante de toda a congregação.
“Igreja amigável?” Nem um pouco. Aliás, o efeito foi que “sobreveio grande temor a todos os ouvintes” (v. 5). Deus tornara Ananias em um exemplo para aqueles que fossem tentados a brincar com Ele e a macular a pureza da igreja.
Deus sempre julga o pecado dessa forma? É claro que não, mas, como Nadabe e Abiú (Lv 10), Coré (Nm 16), Acã (Js 7),Herodes (At 12) e outros na Escrituras, Ananias foi imediatamente julgado por seu pecado e pagou com sua própria vida. Deus soberanamente decidiu matá-lo naquela mesma hora. Assim, Ananias tornou-se exemplo para todos. A verdade é que Deus poderia punir desta forma todo pecado. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6.23). É por causa das infinitas misericórdias do Senhor que não somos consumidos (Lm 3.22). Algumas vezes, Deus julga o pecado com morte física. Paulo escreveu aos coríntios que estavam deturpando a ceia do Senhor: “Pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem” (1 Co 11.29,30). “Dormem”, nesse versículo, refere-se à morte física. Deus estava, na verdade, exercendo juízo sobre aqueles coríntios irreverentes, por meio de doenças físicas e, às vezes, por meio da morte.
No caso de Ananias, entretanto, não houve doença, não houve intervalo de tempo. Ele caiu morto imediatamente. O juízo de Deus foi rápido e aterrorizante.

17 de fevereiro de 2017

AMANCEBADAS COM O MUNDANISMO


É muito importante saber a quem você está dando ouvidos. É muito importante saber o ensino que seu coração está recebendo. Hoje, multidões de pessoas cegas, mal conduzidas, estão louvando ao Senhor em igrejas escravizadas pela falsa doutrina, por pastores que estão sendo usados pelo espirito do engano. Em Judas 4 lemos “Certos indivíduos se introduziram com dissimulação, homens ímpios, que transformam em dissolução a graça de nosso Deus”. Judas nos alerta que homens pregarão a graça de Deus, e sutilmente vão distorcê-la com manipulações, até que produza dissolução no povo de Deus. “Dissolução” significa tudo o que é sujo, degradante, pervertido e obsceno e mau.

Vivemos a época de igrejas amancebadas com o mundanismo. Líderes que ensinam que algo mau pode ser bom e o que é profano pode ser puro. Esses homens estão conduzindo o povo a se sentir à vontade com o modo de vida pecaminosa. O resultado é a banalização do testemunho cristão. Hoje, ser crente e pousar nua na revista playboy, sonegar imposto, ser dono de uma rede de motéis, vender bebidas alcoólicas, ser jogador de futebol, lutador UFC MMA, passar cheque sem fundo e exibir o corpo através de vestes indecorosas não tem nada demais. Na verdade, nesse amancebamento com o mundanismo, o homem virou senhor e Deus virou o gênio da lâmpada que satisfaz os caprichos carnais do homem. Vale salientar que ser crente exige que estejamos dispostos a dizer não a um grande número de crenças e comportamentos. Natureza transformada requer um comportamento transformado. Comportamento transformado implica em um estilo de vida de acordo com o padrão bíblico. O crente é chamado para uma vida de obediência, na qual a fé é avaliada pelo comportamento.

A gravidade dos pastores das igrejas amancebadas com o mundanismo é que eles tratam o rebanho de modo abusivo pregando sonhos de ganância. E, muitas vezes se escondem por trás do jargão “Não toqueis nos meus ungidos” e, ameaçam dizendo: “Vocês correm perigo se questionarem a minha palavra”. Ora, ninguém é imune à contestação à luz da Palavra de Deus. O Senhor Jesus tomou boa parte do seu ministério para denunciar e confrontar aqueles que abusavam espiritualmente de outras pessoas.

As igrejas amancebadas com o mundanismo pregam unicamente segurança e paz e por causa de suas superficialidades e suas doutrinas de ambição removeram a santidade da casa do Senhor. Tratam a Palavra de Deus levianissimamente. Ensinam caminhos e meios para ter prosperidade e sucesso ao invés de um chamado à separação. Os líderes das igrejas amancebadas pregam um evangelho frívolo, leve, sensual, coreográfico. São fãs dos balidos de Amaleque. Acham bom e agradável quando roqueiros com piercings e vestidos de sadomasoquistas, se pavoneiam e rodopiam sexualmente na plataforma da igreja, explodindo seu rock. Acham bom e agradável quando as “bailarinas de Jesus” com seus cabelos estilo moicano se apresentam dançando de modo semelhante as dançarinas dos programas de auditórios. Acham bom e agradável manter na plataforma do templo os mesmos efeitos especiais dos cassinos de Las Vegas. A fim de dar cobertura às suas ganâncias, dizem cinicamente: “O Senhor está no meio de nós”.

Os pastores das igrejas amancebadas com o mundanismo se apoiam em números e em seus magníficos edifícios como prova de que Deus está com eles. Conhecem mais sobre “marketing para crescimento de igreja” do que sobre a Palavra de Deus. A fim de manter o povo manietado inventam slogans do tipo: “Renovação”, “Restituição”, “Nova unção”. Desse modo, mercantilizam o evangelho levando as pessoas a buscarem a salvação e a cura divina do mesmo modo que adquirem produtos no shopping. Esses larápios são especialistas em tirar proveito de fraquezas alheias oferecendo solução para a pobreza e para as doenças em troca de ofertas. Na verdade, as ganâncias desses pastores expulsaram o Senhor de seus cultos. Eles próprios não ingressam na santidade e na plenitude de Cristo, e impedem o rebanho de ingressar.

O Senhor sempre possui um remanescente santo durante os períodos de trevas. Um remanescente que mantém a luz do evangelho queimando quando a igreja é corrupta e cruel. Esse remanescente não são os ministros gananciosos, não são os “popstars” aplaudidos, mas um povo de mente direcionada aos céus, esgotados da superficialidade e das concessões.  Um povo que anseia ardentemente a santidade na casa de Deus!

Precisamos de igrejas que sejam intolerantes com o erro, que mantenham limites morais definidos, que promovam a integridade doutrinária, que se mantenham firme em tempos de provação, sim, precisamos de igrejas que reflitam o caráter de Cristo, que sejam profundamente teológica, profundamente ética, profundamente misericordiosa e profundamente doxológica. Não queremos igreja-clube, igreja-show, igreja-circo, igreja-boate, igreja-meretriz, igreja-barzinho, igreja-cafeteria, igreja-empresa, igreja-supermercado, igreja-petrificada, igreja-congelada, igreja-confusa, igreja de sepulcros caiados. Não queremos mega-igrejas cintilantes abarrotadas de cristãos nominais. Queremos igreja-igreja. Queremos igrejas santas, não comprometidas com o mundanismo, igrejas que condenam as iguarias do mundo!

16 de fevereiro de 2017

Pensamento

"Nossa murmuração é música para o diabo."
Thomas Watson