30 de setembro de 2016

Reflexão

"Não existe prova maior de que não somos convertidos do que ter pelas coisas do mundo estima, amor e desejo"

28 de setembro de 2016

PASTORES LEPROSOS: A OBRA DE DEUS NO ESTILO EGÍPCIO PARTE 1.

PASTORES LEPROSOS: A OBRA DE DEUS NO ESTILO EGÍPCIO


É prática comum ouvirmos de alguns pastores e “ministros de música” as seguintes expressões anti-bíblicas: “Deus ama você e deseja que você seja tudo aquilo que você quer ser”; “Deus deseja cumprir seus sonhos”; “Seja um associado de Jesus”; “Acrescente Jesus à sua vida”. Ao invés de ensinarem que devemos nos submeter totalmente a Cristo, obedecê-lo sem questionar e segui-lo sem reclamar, estão ensinando que Jesus veio ao mundo para ajudar as pessoas em suas necessidades de auto-satisfação pessoal.


O verdadeiro cristianismo não é você se tornar um associado de Jesus. O verdadeiro Evangelho não se trata de acrescentar Jesus à sua vida, nem se trata de realizações de sonhos. O verdadeiro Evangelho consiste nos devotarmos inteiramente a Jesus e submetermos completamente à sua vontade. Ou seja, o verdadeiro Evangelho demanda morrer para si. Na verdade, esses pastores estão realizando uma obra, que não é a de Deus, no estilo do Egito. Portanto, são pastores leprosos porque a obra feita no estilo egípcio é carnal, impura, contaminada com o pecado. É sempre leprosa.


Quando se tenta realizar a obra de Deus através de meios carnais, ministra-se morte e não vida. Muitos líderes estão fazendo a obra de Deus no estilo do Egito porque querem derrubar celeiros e construir outros maiores: catedrais, catedrais e mais catedrais. Somente assim, eles se sentirão satisfeitos em reter o status quo. Os pastores leprosos sabem que se sacudir o banco da igreja com a sã doutrina significa perda de prestígio, poder e até uma aposentadoria gorda. O negócio é fazer a obra de Deus no estilo egípcio: adocicado, meloso festeiro, gaiato, carnavalesco, coreográfico, humorístico e teatral.


A preocupação daqueles que realizam a obra de Deus no estilo do Egito é tão somente com estatísticas. Quantos freqüentam os cultos aos domingos, quantos cantores compõem o coral da igreja, quantos instrumentos acompanham o louvor, quantos grupos de louvor a igreja possui, qual a extensão da obra social da igreja. Os pastores leprosos não dão a mínima importância quantos estão sendo formados à semelhança de Cristo, quantos estão buscando ter um coração segundo o coração de Deus.


O culto na igreja dos pastores leprosos é uma barulhada insuportável com uma hora de bumbumpraticumbumprugurundum. Sem falar da sessão de rock e das coreografias de mocinhas com mini-saia e costa nua trombando umas com as outras mostrando um desconhecimento total do que seja o culto, do que seja adoração, de qual seja o propósito da proclamação do Evangelho. A igreja dos líderes leprosos adota “o culto das torcidas”. Pasmem! Há um culto para cada time de futebol. O culto é somente para os torcedores daquele clube, e as “ovelhas” vêm com o uniforme do seu time. Esses leprosos estão transformando o culto divino em circo de horrores, ao invés de adoração ao Deus trino.


Os pastores leprosos não discernem que o estilo do Egito não pode ser transformado. Ninguém pode cristianizar o estilo egípcio. Ninguém pode santificar o profano. Santo é santo e impuro é impuro. Se houvesse algum valor no estilo do Egito, Jesus certamente teria partilhado dele. Em João 17:11 Jesus foi contundente: “Eles não são do mundo como eu do mundo não sou”. Paulo foi enfático em Romanos 9:33: “Eis que ponho em Sião uma pedra de tropeço e uma rocha de escândalo”. Isso implica dizer que a obra de Deus é confrontadora e ofensiva ao homem natural. Portanto, não tem como suavizar a mensagem da cruz, não tem como adequá-la ao estilo egípcio.


Aqueles que fazem a obra em nome de Deus no estilo do Egito ganham ampla reputação e reconhecimento, porém Cristo é diminuído. Os líderes leprosos têm o “eu” enaltecido. São cheios de gabolice. Hoje os anéis nos dedos dos pastores leprosos são exibidos esplendorosamente. E, como há doutores Murdock’s e doutores Cerullo’s hoje! Paulo quando apareceu no cenário de sua época não se gabou dizendo que era formado na Universidade de Gamaliel, ou falava muitos idiomas, ou que era amigo de muitos reis, governos e homens famosos. Mas, ele disse: “Se eu vier a gloriar-me, não serei néscio, porque direi a verdade, mas abstenho-me para que ninguém se preocupe comigo mais do que em mim vê ou de mim ouve” ( 2 Cor 12:6). Em outras palavras: “Não quero falar sobre mim mesmo; não quero glória”. Se pregarmos no estilo do céu, nossa reputação irá decrescer e Cristo crescerá.

Ir. Marcos Pinheiro

PASTORES LEPROSOS: A OBRA DE DEUS NO ESTILO EGÍPCIO PARTE 2.

Esses “doutores” deveriam aprender com os nossos irmãos puritanos. Os puritanos só tinham um interesse: A glorificação de Deus. Eles rejeitavam entrevistas nos jornais da época. Os puritanos assinavam as suas mensagens só com as iniciais, pois temiam que alguém pudesse honrá-los e roubar de Cristo toda a glória. Eles não queriam que a capa de seus livros fosse a cores nem tivesse suas fotos para evitar que as pessoas se distraíssem em relação à mensagem. Todos eles morreram na fé, rejeitados pela religião organizada, e quase desconhecidos. Porém, hoje, falam mais alto do que nunca.


Jesus se apresenta nos evangelhos como desprezado, censurado, perseguido, sem ter onde reclinar a cabeça, bem diferente dos “doutores Murdock’s” e dos “doutores Cerullo’s” de hoje. Esses “doutores” estão induzindo os crentes a preferirem as bênçãos físicas da velha aliança do que as bênçãos espirituais prometidas por Cristo. Em seus desesperos para arrecadar mamon chegam às raias do ridículo com mensagem do tipo “Quatro atitudes para você nunca perder o emprego”. Enfim, o povo é levado a valorizar o estilo leproso de Egito.


Quando Jesus andou por esta terra, Ele estava cercado pela riqueza e opulência dos poderes romanos. Mas, Jesus rejeitou tudo isso. Jesus exaltou a excelência e a superioridade dos valores espirituais sobre os valores físicos.


Os lideres afeiçoados com o estilo do Egito enganam as pessoas curando superficialmente suas feridas através da técnica de manipulação. No entanto, suas palavras são como penas, sem peso, desprovidas de autoridade celestial.


Para impressionar a platéia os pastores leprosos abrem o culto com o que eu chamo de “chavão terapêutico”: “Nesta noite vamos com ousadia romper o sobrenatural”. Ora, somente Deus rompe o sobrenatural. Ele é quem comanda, decreta, ordena, declara, libera e determina.


Os pastores leprosos tentem dar uma nova embalagem ao Evangelho. Tentam antropologizar, sociologizar e psicologizar a Palavra de Deus. Nesse contexto, colocam adendo e suplemento à Bíblia. Já ouvi um pastor leproso dizer o seguinte veneno: “Jesus foi um contador de estórias, em sua fala quase nada existe de doutrina” Que blasfêmia! Essa nova embalagem que os pastores leprosos têm dado ao Evangelho tornou o Evangelho sensacionalista, corporativista, de glamour, de diversão.


Se colocarmos algum enxerto no Evangelho por mais belo que esse enxerto pareça ser, faremos da cruz de Cristo uma coisa vã, e a sua glória se esvairá. Os filósofos gregos, quando ouviram a mensagem de Paulo disseram que ele era um louco, um tagarela. Isso porque o que Paulo pregava era incompatível com as teorias e conceitos filosóficos dos gregos. Paulo nunca colocou enxerto na mensagem da cruz. Façamos a obra do Senhor no estilo do céu!

Ir. Marcos Pinheiro

25 de setembro de 2016

Os danos do pecado!


O pecado contamina todos os aspectos da vida do homem; seu veneno afeta a tudo que ele pensa diz e pratica. 

1. Culpabilidade diante de Deus 
Haja ou não o senso de vergonha (Gn 3:8), o pecado torna o homem culpável diante do Deus (Rm 3:19; Tg 2:10); coloca-o, perante Deus, na mesma situação em que se acha o criminoso perante a lei do país.


2. Perda da livre comunhão com Deus 
O pecado faz separação entre o homem e seu Deus (Gn 3; Is 59:2; Lc 5: 8; 1 Jo 2:28). 

3. Morte espiritual 
De acordo com o prévio aviso que Deus lhe dera (Gn 1:17), o homem, pecando, morreu espiritualmente (Ef 2:1-5). A morte física segue-se a essa morte espiritual, como o “salário do pecado” (Rm 5:12-21; 6:23), culminando na Segunda morte, exclusão definitiva do pecador da presença de Deus. 

4. Sofrimento 
O livro de Jô torna bem claro que nem todo o sofrimento é resultado do pecado de quem sofre.No sentido geral, global, porém, o sofrimento é fruto do pecado.Na verdade, um dos aspectos mais terríveis do pecado é o sofrimento em que ele resulta, mesmo para pessoas que não participaram daquele pecado (Gn 3:16-19; Rm 8:19-22; Gl 6:7). 

5. Escravidão moral 
O pecado escraviza o homem: não se trata de uma simples questão de pensamentos e atos pecaminosos isolados, e sim, de uma força maléfica que toma conta do homem,  tornando-o cada vez menos capaz de praticar o bem (Rm 7:18-20). 

22 de setembro de 2016

Reflexão


"A Bíblia fala de eleição por meio de uma vida de santificação e de predestinação à conformidade com a imagem do Filho de Deus ou como o viver do filho de Deus. Se faltarem esses ingredientes, é perda de tempo falar em eleição"


20 de setembro de 2016

IGREJA OU ONG?


A evangelização e a obra social são partes integrantes, inseparáveis e indispensáveis na missão da igreja do Senhor Jesus. Quando estudamos o Antigo Testamento constatamos os cuidados de Deus com os pobres, os órfãos, as viúvas e os estrangeiros (Lv 23:32, Dt 24: 20-21). Em Provérbio 21:13 diz: “O que tapa o seu ouvido ao clamor do pobre também clamará e não será ouvido”. Isso indica que a própria ação de Deus para conosco, no alívio de nossas necessidades, será um reflexo de nossa ação para com os necessitados que Ele colocar em nossos caminhos. Ou seja, devemos atentar para as necessidades do próximo e supri-las com amor, se quisermos ser ouvidos por Deus quando o clamarmos. Quando discorremos pelo Novo Testamento verificamos que a prática da religião verdadeira é identificada com o coração que se preocupa e age no alívio da necessidade do órfão e da viúva. Em Efésios 2:10 Paulo admoesta dizendo que “Não somos salvos pelas obras, mas fomos criados para as boas obras as quais Deus preparou para que andássemos nelas”. Em Tito 3:14, Paulo nos ensina que devemos mostrar distinção nas boas obras, a favor dos necessitados, para que não venhamos a nos tornar infrutíferos. Em Efésios 4:28 Paulo ressalta a obra de assistência aos outros, mostrando que um dos propósitos do nosso trabalho é obter condição que nos possibilite ajudar o necessitado: “Aquele que furtava não furte mais; antes trabalhe, fazendo o que é bom, para que tenha com que acudir ao necessitado”. Por outro lado, é notório em todo o Novo Testamento que a alta prioridade na vida de Jesus e de seus discípulos era a divulgação das Boas Novas. O Senhor ordenou que as igrejas fossem ativas na esfera espiritual pregando a Palavra aos perdidos e edificando os santos (I Ts 1:8, I Tm 3:15, I Co 11:33-34). O doutrinamento que Paulo deu aos coríntios mostra que um propósito significativo de seus cultos era convencer os incrédulos e edificar os santos (I Co 14: 24-26). No plano de Deus a igreja é um corpo espiritual com uma missão espiritual. Jesus não estabeleceu um clube social ou esportivo, e não deu aos homens o direito de corromper essa missão espiritual de que incumbiu sua igreja. Infelizmente, o interesse neste mundo tornou-se tão forte que algumas igrejas comportam-se mais como organizações sociais do que como Noiva do Cordeiro. Transformaram-se em ONG. Desconcentraram-se do céu e passaram a pensar que podem acabar todos os males sociais de um mundo dominado pelo pecado.


As igrejas do Novo Testamento não eram instituições sociais que tentavam sustentar todo mundo, nem era seu trabalho ganhar poder político. As igrejas do Novo Testamento se dedicavam de corpo e alma a uma missão bem mais sublime: a salvação das almas. Uma vez os judeus perguntaram a Jesus como fariam para executar as obras de Deus (Jo 6:28). A pergunta veio no plural: “obras”. Jesus respondeu com o singular: “A obra de Deus é esta: que creiais naquele que ele enviou (Jo 6:29). A maior obra que alguém pode fazer é crer em Jesus. É o que de mais importante há na vida, porque desta decisão depende toda a eternidade da pessoa.
A Igreja-ONG está ficando cada vez mais forte. Sua bandeira é: “Deus está engajado na luta em favor dos pobres, a Bíblia deve ser lida dessa perspectiva, o evangelho é um protesto contra o escândalo da pobreza e um chamado a erradicá-la da vida humana” (Leonardo Boff). Mergulhada nessa visão muitos pastores transformaram suas igrejas em um centro de assistência social destinado aos carentes. Pregam mais sobre questões sociais do que a Cristo porque pensam que o Evangelho só tem o poder de ser o alívio dos materialmente pobres. Esses líderes trocaram a autêntica mensagem do Evangelho e o fulgor da fé por uma ideologia de transformação meramente social. A regeneração pessoal da alma e o novo nascimento foram substituídos por mensagens sobre reforma da sociedade. Quando tentamos olhar a Bíblia na visão da Igreja - ONG encontramos um oximoro, pois Jesus não fez uma opção pelos pobres. Ele manifestou-se como a graça de Deus que traz salvação a todos os homens: ricos e pobres. Quando estudamos os evangelhos constatamos que Jesus nunca desprezou a ninguém e a ninguém rejeitou. Ele proferiu palavras de fé, esperança e de amor a todos que cruzou o seu caminho, entre os quais havia desde os mais humildes, os mais pobres, como os samaritanos e os leprosos, até os mais elevados, como Nicodemos, Jairo e o comandante romano de Cafarnaum.
É preciso entender que o poder restaurador do Evangelho atinge todas as esferas da vida, inclusive a social. Em todas as partes do mundo, onde o Evangelho foi proclamado e os resultados ceifados, existiram transformações sociais profundas, inclusive, menores índices de pobreza. A Inglaterra experimentou grandes transformações sociais nos avivamentos do século 18. A herança da pregação e a prática dos puritanos, no século 17, nos Estados Unidos da América, geraram menores índices de pobreza e mais justiça social. A Escócia experimentou grandes benefícios sociais quando foi sacudida pelas pregações com lágrimas de John Knox. Os bares fecharam suas portas, os prostíbulos deixaram de existir, os magistrados presenteavam uns aos outros com luvas brancas porque não havia crimes para serem julgados; foram os benefícios experimentados pelo País de Gales em 1904 através da poderosa pregação de Evans Robert. Portanto, não devemos nos esquecer de nossas responsabilidades individuais para com os necessitados, mas a proclamação do Evangelho gera avivamento e o avivamento traz benefícios sociais. A igreja nunca deve esquecer-se de estender sua mão ao materialmente pobre, mas sua paixão deve ser a proclamação do Evangelho. Os benefícios sociais virão quando ocorrer uma transformação espiritual no coração do homem e, isso ocorre com a proclamação do Evangelho. O pastor fundamentalista D.M.Lloyd-Jones disse: “A proclamação do Evangelho tem contribuído mais para a solução dos problemas sociais do que todas as idéias humanísticas”.


As Igrejas - ONGS criam associações para fazerem parcerias com os governos a fim de obterem verbas para construções de creches, casa de recuperação para dependentes químicos, e asilos para velhos. Alguns crentes dizem: “Os católicos e os espíritas se beneficiam das verbas governamentais e nós não podemos ficar de fora”. Ora, o nosso modelo são as Escrituras e não os católicos e espíritas.
Esdras capítulo 3 nos informa que a cidade de Jerusalém estava devastada. Zorobabel foi incumbido por Deus para levantar a cidade. Quando os alicerces do templo foram assentados, um grupo de samaritanos dirigiu-se a Zorobabel oferecendo-se para ajudar na construção do templo “Deixe-nos edificar o templo convosco” (Esdras 4:2). Os samaritanos tinham seus próprios deuses e praticavam um culto pervertido. Zorobabel era um homem de Deus que tinha discernimento e imediatamente retrucou: “Nada tendes conosco na edificação da casa a nosso Deus, nós mesmos, sozinhos, a edificaremos” (Esdras 4:3). Em outras palavras, Zorobabel manteve o nível de separação na edificação da casa do Senhor ao recusar o benefício oferecido pelos ímpios. Precisamos aprender com o avivalista George Müller que conheceu como ninguém, o que é viver vendo o invisível, tocando o intangível e crendo no impossível. Müller construiu em Bristol, na Inglaterra, grandes edifícios para abrigar menores carentes, sem ter que fazer nenhuma parceria com o governo britânico. Todos os recursos ele os obteve através da oração. Na hora certa as janelas do céu abriam-se e todas as necessidades daquelas 3000 crianças eram milagrosamente supridas. Os pastores precisam dizer o que Abraão disse para o rei de Sodoma: “Nada quero de ti, nem um fio, nem uma correia de sandália quero de ti” (Gn 14:23). Os pastores precisam dizer em alto tom: “Estou envolvido numa grande obra de modo que não posso descer” (Ne 6:3)

Ir. Marcos Pinheiro

18 de setembro de 2016

Reflexão

“A sensualidade é somente um anúncio público da condição do coração! fujam disso!”  (Paul Washer)

16 de setembro de 2016

O CASO DO FILHO PRÓDIGO

Muitos modernistas que defendem o uso de jóias usam a parábola do filho pródigo para justificar o pecado do uso dos atavios. Dizem eles: o homem e a mulher podem usar brincos, pulseiras, colares, anéis, pois o pai da parábola do filho pródigo colocou um anel no dedo do filho quando este voltou para casa.

Nós rejeitamos essa interpretação porque se trata de uma parábola. E, sendo uma parábola todas as atitudes do pai para com o filho que voltou para casa é tipológica, simbológica. Vejamos: o beijo que o pai deu no filho significa perdão. A Bíblia quer deixar claro que Deus é rico em perdoar; a roupa que o pai mandou vestir no filho significa a roupagem espiritual com a qual nos revestimos quando nascemos de novo, as sandálias que o pai mandou calçar no filho significa que a partir daquele momento aquele filho que antes estava escravizado pelo pecado, agora, estava livre para sempre! Os escravos só andavam descalços. O anel, que o pai mandou colocar no dedo do filho significa que a partir daquele instante o filho seria vitorioso para sempre. O anel é símbolo de vitória. O anel significava que o filho estava recebendo o selo de uma vida abundante e vitoriosa. Portanto, não provém de Deus a interpretação de que a mulher pode usar jóias porque o pai da parábola do Filho Pródigo colocou um anel no dedo do seu filho.


Quando a Bíblia dirige-se aos crentes, e diz: “E não vos conformeis com este mundo”, é como se estivesse dizendo: “Não permitam que o mundo esprema vocês dentro de seu molde”. O mundo tem por centro a carne, é governado pela carne e, conforme Jesus disse a Nicodemos, “o que é nascido da carne, é carne” (João 3:6). Portanto, igreja lavada pelo sangue de Cristo não pode aceitar os valores satânicos. Lembre-se: Deus não ataviou Eva no jardim do Éden!

13 de setembro de 2016

Reflexão

"É melhor ninguém começar a pregar o arrependimento ou mudança de vida enquanto não confiar sua cabeça ao céu”.

11 de setembro de 2016

ADORNOS E APOSTASIA

Há uma relação direta dos adornos com a apostasia. Em II Reis 9:30 a apóstata Jezabel se adornou para seduzir. Em Oséias 2:13 Deus diz a origem dos enfeites para o seu povo apóstata: “pendentes de Baal e suas gargantilhas”. Em Gênesis 35: 1 a 5 encontramos um exemplo literal de como o abandono dos enfeites se relaciona com a re-consagração a Deus. Indubitavelmente os filhos de Jacó entenderam que a eliminação de todos os adornos era necessária, se Deus havia de ser sinceramente adorado. Em Isaías 3:16 a 26, o profeta descreve detalhadamente a corrupção feminina. O capítulo todo é dedicado a advertir a apostasia de Judá e Jerusalém. Não se pode ler o capítulo sem entender a ligação dos adornos vãos com a apostasia.

Pessoalmente eu não posso imaginar Jesus furando suas orelhas, nariz, ou qualquer outra parte do seu corpo. O exemplo de Jesus nas Escrituras é continuamente de simplicidade prática. Quando Ele foi crucificado, os soldados romanos dividiram suas vestes entre si. Os soldados não tiraram a sorte por suas jóias. Jesus não possuía nenhuma. Assim, se amamos a Jesus devemos seguir seu exemplo “aquele que diz que está nEle, também deve andar como Ele andou” (I João 2:6).

Alguns argumentam: “o uso de jóias é coisa tão pequena, tão pequena, que Deus não está preocupado com isso”. Eu respondo com uma pergunta: se é uma coisa tão pequena, então por que é tão difícil abandonar o uso de jóias?

Hoje muitos rapazes evangélicos estão usando brincos. E, alguns pastores estão chamando a atenção desses jovens, dizendo-lhes que eles evitem usá-los. Quanto às mulheres nenhuma repreensão. Minha pergunta é: Se é certo para mulheres usarem brincos, então, por que é errado para os homens? Se uma irmã da igreja usa brinco, por que um irmão não pode usar? Por que o pastor não pode usar? A verdade é que em um futuro próximo nossos pastores usarão brincos, piercings ...