22 de fevereiro de 2017

PASTORES FORMIDÁVEIS

As pessoas hoje estão ouvindo um evangelho modificado, enfraquecido. Líderes estão fazendo a fusão de Cristo e o mundo, é o evangelho flex: Deus e o mundanismo, coligados. Portanto, o rebanho é conduzido a um estilo de vida medíocre. Para muitas “ovelhas” esses líderes são “pastores formidáveis”, pois promovem teatros, showbusiness, coreografias e divertimento como uma alternativa para o desafio direto da proclamação da Palavra de Deus. Na visão dos “pastores formidáveis”, o público do século 21 quer grupo de rock, conveniência e informalidade. Portanto, é preciso condescender com os desejos da carne dos profanos para dar-lhes exatamente aquilo que eles gostam: hip-hop “cristão” e letras rap unidos à doutrina da graça.

Os “pastores formidáveis” não hesitam em passar por cima da consciência cristã, aconselhando seus seguidores a tornarem-se amigos do mundo. A mocidade é incentivada a sentir, sobre o corpo, o mesmo impacto da música rítmica que experimentaria num show mundano de música pop, inclusive, com o mesmo jogo de iluminação e atmosfera libidinosa. Nesse contexto, Deus está cheio de sorrisos e sempre pronto para dar a vitória e abençoar, independente de como se vive. “Arrependimento” não se fala mais, é algo descartado. Esquecem esses “formidáveis pastores” que o Evangelho ensina consagração, reverência, obediência e separação do mundo.

Os métodos de evangelização usados pelos “pastores formidáveis” para atrair multidões tais como teatros e filmes são madeira, feno e palha. Teatros, dramas e filmes proporcionam um arrependimento “diet”, uma profissão de fé rasa e ilusória. Na realidade, o teatro, o drama e os filmes são formas sutis de manipulação emocional através das múltiplas personagens e não um apelo verdadeiro à mente (Rm 12:1). O teatro distorce a verdade do Evangelho obscurecendo a mensagem central, pois conduz desde o princípio as pessoas ao terreno da irrealidade. O teatro usado como evangelização é a metodologia diet do tipo “pega leve”, “evite a ofensa da cruz”, “agrade a todos”. Toda a evangelização do Novo Testamento foi através da pregação da Palavra. O mundo da época era repleto de arte dramática, folclore e simbolismo cultural, mas os mensageiros da cruz foram indiferentes a tudo isso. A igreja primitiva através da proclamação da Palavra por meio de palavras virou o mundo de cabeça para baixo. Em Romanos 10:14 não está escrito: “Como ouvirão se não há um ator? uma coreografia? um jogral? A comunicação do evangelho deve ser com palavras dirigidas à mente, nunca através de comédias, dramas ou cenas teatrais.

No drama, a solidariedade fica acima do entendimento espiritual. Somente a pregação direta sem truques teatrais persuade a mente livre do pecador. O drama, o filme, o teatro leva o espectador a um transe emocional por algo que se move a nível carnal resultando numa adesão, e não numa conversão.

Em época de eleição, os “pastores formidáveis” cedem o seu “formidável púlpito” aos candidatos em troca de benesses. Esses líderes estão fazendo a igreja perder a visão para a qual foi chamada. A igreja foi chamada para proclamar o arrependimento, a santidade e o escândalo da cruz, nunca para fazer propaganda de candidatos à política. Aliás, os crentes da igreja primitiva sem nenhum vínculo com a política da época, contagiaram os de fora somente exalando o perfume de Cristo, e anunciando todo o Conselho do Senhor. Precisamos imitá-los!

Muitos desses “pastores formidáveis” para engordar ainda mais sua conta bancária candidatam-se a cargos políticos alegando que a igreja precisa de representantes evangélicos no poder público. A igreja nunca precisou e nunca vai precisar de representantes no Congresso para realizar sua função. Querer atribuir a função da igreja a um parlamentar crente é desconhecer a missão da igreja de Cristo. A igreja tem que influenciar a sociedade, e isto não se fará através de leis, mas através da genuína pregação do Evangelho. Querer fazer leis com princípios cristãos objetivando melhorar as condições moral e ética do País é reconhecer a ineficácia do poder do Evangelho. Ademais, a função de transformar homens ímpios e perdidos em homens tementes a Deus não é de parlamentar ou governante algum, mas, sim, da igreja. Não precisamos de um vereador evangélico, nem de um deputado, nem de um senador, nem de um presidente. Estado é Estado, igreja é igreja. O problema do homem não é político, é pecado. Não será um político que trará a Bem-Aventurança, mas o colocar-se sob o Senhorio de Deus e anunciar Cristo crucificado e ressuscitado. A Bíblia não diz: “Feliz a nação cujo governante é crente”, mas diz: “Feliz a nação cujo Deus é o Senhor”

Não devemos nos preocupar em sermos taxados de radical, legalista ou quadrado. A defesa da sã doutrina deve permanecer nos nossos corações. Os “pastores formidáveis” querem transformar o Evangelho que é o Pão da Vida numa espécie de farinha de rosca mofada que não serve para nada.

19 de fevereiro de 2017

Pedro, Ananias e Safira

Pedro, sob a inspiração do Espírito de Deus, percebeu a hipocrisia de Ananias e Safira. Imaginem o choque de Ananias! Ele compareceu perante os apóstolos, colocou sua oferta aos pés deles, declarando-lhes presunçosamente ser aquele todo o dinheiro obtido com a venda da propriedade. É provável que tenha permanecido ali por um momento, deleitando-se no que presumia ser a aprovação dos presentes. Deve ter imaginado que os apóstolos estavam vendo-o como um exemplo de espiritualidade, um homem generoso e piedoso.
De repente, Pedro lhe disse: “Ananias, por que encheu Satanás teu coração, para que mentisse ao Espírito Santo, reservando parte do valor do campo?” (At 5.3) – uma afirmação um tanto confrontadora para um culto na igreja.
Em muitas igrejas, Ananias teria recebido a aprovação que buscava, a despeito de suas intenções. O líder de uma igreja pragmática poderia raciocinar: Afinal, esta é uma considerável quantia de dinheiro. Tudo bem, as intenções dele não são puras: mas, gente, ele não é um sujeito ruim, e nós podemos fazer uso desse dinheiro. Não podemos envergonhá-lo na frente de todos. Se o fizermos, jamais receberemos dele um centavo sequer.
Pedro não pensou assim. Confrontou o pecado diretamente: “Por que encheu Satanás teu coração?” Note que Pedro estava pondo a culpa em Ananias, não em Satanás. “Por quê?”, ele perguntou. E novamente: “Como, pois, assentaste no coração este desígnio?” (At 5.4).
Pedro deixou claro que o pecado foi a hipocrisia de Ananias, não o fato de ele ter retido parte do dinheiro: “Conservando-o, porventura, não seria teu? E, vendido, não estaria em teu poder?” (At 5.4). Ananias poderia ter feito o que desejasse com o dinheiro. Poderia não ter vendido a propriedade. Não havia qualquer exigência para que ele fizesse o contrário. Não teria pecado se houvesse dito: “Vendi minha propriedade; eis parte do dinheiro.” Ele tinha pleno direito de dar quanto quisesse. Mas ele pecou ao declarar que estava dando tudo, quando, na verdade, guardara parte do dinheiro para si mesmo.

O Juízo de Deus

A resposta de Deus foi imediata, severa e final. Ele matou Ananias no mesmo instante. “Ouvindo estas palavras, Ananias caiu e expirou” (At 5.5). Foi um ato judicial do Deus santíssimo. Quem sabe o coração de Ananias parou de bater por causa do terror que se apoderou dele. Isto aconteceu diante de toda a congregação.
“Igreja amigável?” Nem um pouco. Aliás, o efeito foi que “sobreveio grande temor a todos os ouvintes” (v. 5). Deus tornara Ananias em um exemplo para aqueles que fossem tentados a brincar com Ele e a macular a pureza da igreja.
Deus sempre julga o pecado dessa forma? É claro que não, mas, como Nadabe e Abiú (Lv 10), Coré (Nm 16), Acã (Js 7),Herodes (At 12) e outros na Escrituras, Ananias foi imediatamente julgado por seu pecado e pagou com sua própria vida. Deus soberanamente decidiu matá-lo naquela mesma hora. Assim, Ananias tornou-se exemplo para todos. A verdade é que Deus poderia punir desta forma todo pecado. “O salário do pecado é a morte” (Rm 6.23). É por causa das infinitas misericórdias do Senhor que não somos consumidos (Lm 3.22). Algumas vezes, Deus julga o pecado com morte física. Paulo escreveu aos coríntios que estavam deturpando a ceia do Senhor: “Pois quem come e bebe sem discernir o corpo, come e bebe juízo para si. Eis a razão por que há entre vós muitos fracos e doentes e não poucos que dormem” (1 Co 11.29,30). “Dormem”, nesse versículo, refere-se à morte física. Deus estava, na verdade, exercendo juízo sobre aqueles coríntios irreverentes, por meio de doenças físicas e, às vezes, por meio da morte.
No caso de Ananias, entretanto, não houve doença, não houve intervalo de tempo. Ele caiu morto imediatamente. O juízo de Deus foi rápido e aterrorizante.

17 de fevereiro de 2017

AMANCEBADAS COM O MUNDANISMO


É muito importante saber a quem você está dando ouvidos. É muito importante saber o ensino que seu coração está recebendo. Hoje, multidões de pessoas cegas, mal conduzidas, estão louvando ao Senhor em igrejas escravizadas pela falsa doutrina, por pastores que estão sendo usados pelo espirito do engano. Em Judas 4 lemos “Certos indivíduos se introduziram com dissimulação, homens ímpios, que transformam em dissolução a graça de nosso Deus”. Judas nos alerta que homens pregarão a graça de Deus, e sutilmente vão distorcê-la com manipulações, até que produza dissolução no povo de Deus. “Dissolução” significa tudo o que é sujo, degradante, pervertido e obsceno e mau.

Vivemos a época de igrejas amancebadas com o mundanismo. Líderes que ensinam que algo mau pode ser bom e o que é profano pode ser puro. Esses homens estão conduzindo o povo a se sentir à vontade com o modo de vida pecaminosa. O resultado é a banalização do testemunho cristão. Hoje, ser crente e pousar nua na revista playboy, sonegar imposto, ser dono de uma rede de motéis, vender bebidas alcoólicas, ser jogador de futebol, lutador UFC MMA, passar cheque sem fundo e exibir o corpo através de vestes indecorosas não tem nada demais. Na verdade, nesse amancebamento com o mundanismo, o homem virou senhor e Deus virou o gênio da lâmpada que satisfaz os caprichos carnais do homem. Vale salientar que ser crente exige que estejamos dispostos a dizer não a um grande número de crenças e comportamentos. Natureza transformada requer um comportamento transformado. Comportamento transformado implica em um estilo de vida de acordo com o padrão bíblico. O crente é chamado para uma vida de obediência, na qual a fé é avaliada pelo comportamento.

A gravidade dos pastores das igrejas amancebadas com o mundanismo é que eles tratam o rebanho de modo abusivo pregando sonhos de ganância. E, muitas vezes se escondem por trás do jargão “Não toqueis nos meus ungidos” e, ameaçam dizendo: “Vocês correm perigo se questionarem a minha palavra”. Ora, ninguém é imune à contestação à luz da Palavra de Deus. O Senhor Jesus tomou boa parte do seu ministério para denunciar e confrontar aqueles que abusavam espiritualmente de outras pessoas.

As igrejas amancebadas com o mundanismo pregam unicamente segurança e paz e por causa de suas superficialidades e suas doutrinas de ambição removeram a santidade da casa do Senhor. Tratam a Palavra de Deus levianissimamente. Ensinam caminhos e meios para ter prosperidade e sucesso ao invés de um chamado à separação. Os líderes das igrejas amancebadas pregam um evangelho frívolo, leve, sensual, coreográfico. São fãs dos balidos de Amaleque. Acham bom e agradável quando roqueiros com piercings e vestidos de sadomasoquistas, se pavoneiam e rodopiam sexualmente na plataforma da igreja, explodindo seu rock. Acham bom e agradável quando as “bailarinas de Jesus” com seus cabelos estilo moicano se apresentam dançando de modo semelhante as dançarinas dos programas de auditórios. Acham bom e agradável manter na plataforma do templo os mesmos efeitos especiais dos cassinos de Las Vegas. A fim de dar cobertura às suas ganâncias, dizem cinicamente: “O Senhor está no meio de nós”.

Os pastores das igrejas amancebadas com o mundanismo se apoiam em números e em seus magníficos edifícios como prova de que Deus está com eles. Conhecem mais sobre “marketing para crescimento de igreja” do que sobre a Palavra de Deus. A fim de manter o povo manietado inventam slogans do tipo: “Renovação”, “Restituição”, “Nova unção”. Desse modo, mercantilizam o evangelho levando as pessoas a buscarem a salvação e a cura divina do mesmo modo que adquirem produtos no shopping. Esses larápios são especialistas em tirar proveito de fraquezas alheias oferecendo solução para a pobreza e para as doenças em troca de ofertas. Na verdade, as ganâncias desses pastores expulsaram o Senhor de seus cultos. Eles próprios não ingressam na santidade e na plenitude de Cristo, e impedem o rebanho de ingressar.

O Senhor sempre possui um remanescente santo durante os períodos de trevas. Um remanescente que mantém a luz do evangelho queimando quando a igreja é corrupta e cruel. Esse remanescente não são os ministros gananciosos, não são os “popstars” aplaudidos, mas um povo de mente direcionada aos céus, esgotados da superficialidade e das concessões.  Um povo que anseia ardentemente a santidade na casa de Deus!

Precisamos de igrejas que sejam intolerantes com o erro, que mantenham limites morais definidos, que promovam a integridade doutrinária, que se mantenham firme em tempos de provação, sim, precisamos de igrejas que reflitam o caráter de Cristo, que sejam profundamente teológica, profundamente ética, profundamente misericordiosa e profundamente doxológica. Não queremos igreja-clube, igreja-show, igreja-circo, igreja-boate, igreja-meretriz, igreja-barzinho, igreja-cafeteria, igreja-empresa, igreja-supermercado, igreja-petrificada, igreja-congelada, igreja-confusa, igreja de sepulcros caiados. Não queremos mega-igrejas cintilantes abarrotadas de cristãos nominais. Queremos igreja-igreja. Queremos igrejas santas, não comprometidas com o mundanismo, igrejas que condenam as iguarias do mundo!

16 de fevereiro de 2017

Pensamento

"Nossa murmuração é música para o diabo."
Thomas Watson

14 de fevereiro de 2017

O EVANGELHO VERDADEIRO ESTÁ DÉMODÉ



As pregações atuais são uma enxurrada de palavras de ordem: “Você nasceu para ser feliz”; “Deus prometeu deixar todos nós ricos”; e outras tolices antibíblicas. O Evangelho genuíno está fora de moda. Está démodé. É urgente uma nova Reforma, não de cosmética. Mas, uma nova Reforma que enfatize a salvação pela graça por meio da fé e o andar com Jesus em uma vida piedosa. Chega de mutretas! Precisamos de santos!

Hoje, os 318 de Abraão, que foram libertar Ló e recuperar suas riquezas, têm mais espaço nas pregações dos pastores que os 12 discípulos de Jesus, martirizados pela sua fé. Não se fala mais de santidade, mas de obtenção de riquezas. Não se prega mais vida íntegra, mas o que Deus nos “deve”. Nesse contexto, as igrejas se tornaram covis de salteadores. Quem quiser atrair gente para a igreja diga que Deus vai encher sua carteira.

Atualmente, há uma visão muito infantil: querer ser abençoado. A abominável teologia da prosperidade enfatiza muito a vida abençoada de Abraão. Ledo engano! Ele já era rico quando Deus o chamou. Não foi o cumprimento de regras e votos que o tornaram rico. Deus prometeu abençoá-lo, mas chamou-o para ser uma bênção. A maturidade espiritual reside aqui: querer ser bênção. Quem é bênção é abençoado. Lamentavelmente, querer ser bênção está démodé.

Na igreja atual, a Bíblia está démodé. Deixou de ser normativa e passou a ser indicativa. A Bíblia não é mais norma, mas legitimadora de práticas subjetivas dos crentes. A perda da teologia da cruz nas pregações é alarmante. As pregações centradas em Cristo, na Cruz e na Bíblia, foi substituída pela visão teológica centrada nas sensações. Um sermão não terá alcançado seu propósito se produziu histerias e excitações. Tê-lo-á alcançado se cada crente puder dizer ao que está em João 11:16: “Disse, pois, Tomé, chamado Dídimo, aos discípulos: vamos nós também, para morrermos com ele”.

Um sermão genuinamente bíblico está démodé. A moda é produzir algazarra e ruídos. O sermão bíblico produz sentimentos nobres, como a gratidão, a consagração e o desejo de dar a vida por Jesus. Hoje, Isto está démodé, pois só se pensa em prosperidade material. O sermão bíblico é aquele que nos leva a refletir o ser e o agir de Deus, a pessoa e a obra vicária de Jesus.

O culto bíblico está démodé. Práticas umbandistas têm se infiltrado a tal ponto que não dá a distinção perfeita entre Evangelho e macumba. No culto há um narcisismo sem igual. Há uma incrível exibição de arrogância espiritual. O que há de “santo homem de Deus”, “canal especial de Deus”, “profeta de Deus”, trombeteados nos púlpitos, é constrangedor. Esses “santos homens de Deus” têm “linha vermelha” com Deus e assim, não precisam de mais nada. Sabem tudo. Colocam-se acima do bem e do mal. Gritam bem, têm voz forte, e dizem que têm “poder espiritual inigualável”. Ou seja, ser simples e humilde é démodé.

O culto bíblico tem um foco: a cruz de Jesus e sua ressurreição. É cristológico e cristocêntrico. Nesse contexto, não há arrogância espiritual.

Fonte: http://voltemosraizes.blogspot.com.br

13 de fevereiro de 2017

17 PERIGOS DA TELEVISÃO COM O PASTOR DONALD C. STAMPS


O Pr. Donald C. Stamps nos apresenta dezessete pontos que a televisão tem nos ensinado: ‘’ A televisão apresenta uma visão do mundo que é oposta à maneira cristã de pensar. O que nós vemos acontecendo e ouvimos, muda nossa visão de mundo e muda nossos valores. Vemos o mundo através da mente de pessoas seculares sem Deus. Estamos permitindo que elas ponham valores dentro das nossas mentes e corações’’.

01- A televisão tem ensinado o humanismo secular, que diz o que mais importante provê do homem ou do mundo.

02- Ensina que atores de Hollywood,pessoas sem Deus, que zombam das coisas de Deus, são modelos apropriados para os jovens.

03- A visão bíblica do casamento e do divórcio é ultrapassada e deve ser rejeitada.

04- A homossexualidade não é pecado e é aceita por pessoas racionais, inteligentes e tolerantes.

05- O aborto deve ser aceito, pois não há nada de mais em se matar crianças que ainda não nasceram, pois são realmente animais não nascidos.

06- Pornografia é um entretenimento agradável e aceitável.

07- O prazer deve ser encontrado nas experiências sexuais ilícitas.

08- Fidelidade à esposa não é um requisito importante para um casamento.A fidelidade é considerada uma repressão à liberdade pessoal do homem.

09- Deve se rir dos padrões tradicionais de moralidade.

10- Deus não existe, está ultrapassado e não é importante.

11- Beber bebidas alcoólicas é uma maneira prazerosa de viver socialmente aceita e desejada.

12- Deus é algo que devemos simplesmente ignorar.

13- Ser virgem até o casamento é motivo de vergonha e embaraço.

14- Para a garota ser atraente deve se vestir sem modéstia e com conotação sexual.

15- As crianças aprendem a não ter respeito a ninguém, especialmente aos pais,pastores e autoridades públicas.

16- Na realidade não existe certo ou errado,não há aquilo que chamam de pecado.

17- A mensagem de que Jesus Cristo sofreu e morreu numa cruz por você e por mim, é irrelevante e não importa, nesta era moderna.

12 de fevereiro de 2017

Modestia

O texto bíblico usado pelo apóstolo Paulo que trata a respeito da composição das vestes da mulher cristã está em I Tm 2:9: “Da mesma sorte que as mulheres em traje decente, se ataviem com modéstia e bom senso, não com cabeleira frisada e com ouro, ou pérolas, ou vestidos dispendiosos”. Na mesma linha de pensamento, Pedro exorta enfaticamente: “O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos”. À luz destas passagens, medidas éticas e disciplinares são recomendadas e merecem atenção especial. Há realmente mulheres, que se tornam indecentes, na maneira de trajar, usando vestidos transparentes ou escandalosamente decotados. Às vezes, aparecem com as costas desnudas e o busto quase totalmente exposto, numa demonstração de evidente carnalidade. Existem, ainda, as preferências pelas mini-saias, as quais despertam a lascívia dos olhares cupidinosos. As vestes falam bem alto dos sentimentos do interior e das pretensões do coração, ou seja, “o como” nos vestimos está relacionado com “o que” somos por dentro. Em nossos dias percebe-se que o espírito de prostituição na casa do Senhor tem caminho livre através da moda desavergonhada e provocante. E, o pior é que pastores retrocedem. Não ousam abrir a boca, e dobram-se à imposição diabólica da moda devassa. Esses líderes são como diz o profeta Isaías “cães mudos” (Is 56: 10). Atualmente, o padrão definido pelos meios de comunicação como sendo a mulher ideal é a sensual, geralmente pouco vestida, que exibe o corpo como mercadoria. Não se procura a mulher virtuosa, mas a mulher formosa. É o reflexo de uma sociedade que cultua o corpo e que tem a mulher apenas como um pedaço de carne em exposição num açougue chamado exibicionismo. É preciso que os servos e as servas de Deus não se deixem aviltar pela imposição diabólica da moda, mas se ataviem com trajes decentes, com modéstia e bom senso.




O figurino que traz modelos elegantes, sóbrios e modestos são os traçados pelo Espírito Santo – “Que as mulheres se ataviem com modéstia e bom senso”. A palavra modéstia no grego é “aidos” que quer dizer “respeito”. É usada como sinônimo de pureza moral de comportamento. Tal pureza não exibe ostentação nem sensualidade. A modéstia procura não atrair a atenção para si mesma nem se mostrar de maneira inconveniente. Portanto, a modéstia é o elemento chave do caráter cristão e, as vestes devem fazer a mesma “confissão” que os lábios fazem. Vestir-se com modéstia significa um sentimento moral que inclui respeito para com o sentimento de outros, ou seja, indica um senso de respeito aos limites de conveniência. Enfim, a modéstia não quer exibir-se, não se revela em nudez quer na igreja ou fora dela.

10 de fevereiro de 2017

ISCARIOTES: O VÍRUS DA IGREJA MODERNA


A igreja moderna tem traído o verdadeiro Evangelho. Infectada pelo “vírus Iscariotes”, a igreja dos nossos dias tem oferecido “verdades” e não a Verdade. Uma das maiores necessidades do nosso tempo presente são pregações que sejam realmente fiéis às Escrituras. Em nossos dias o Evangelho do Senhor Jesus “saiu de moda” e deu lugar ao “culto-show” e ao “show da fé”. A glória de Deus tem sido blasfemada pelo humanismo e mundanismo. A simplicidade e pureza de Cristo foram substituídas por abominações introduzidas por Satanás e seus súditos: os pastores Iscariotes. Esses líderes Iscariotes estão infectando o povo com “outro Jesus” e compartilhando um espírito e um evangelho diferentes. Afirmam que a Bíblia é a Palavra de Deus e não a infalível Palavra de Deus.


Os pastores Iscariotes usando uma linguagem adornada 
traem a Bíblia ao darem ênfase às ciências sociais em seus sermões. Usam edições adúlteras e purulentas das Escrituras que acrescentam palavras que o Senhor não disse e suprem as que o Senhor disse, tais como a “Nova Versão Internacional – NVI”, a “Bíblia na Linguagem de Hoje – BLH”, a “Bíblia de Estudo de Aplicação Pessoal”, a “Bíblia de Estudo Dake” de Finis Dake, “A Mensagem” de Eugene Peterson. É notória as alianças dos líderes Iscariotes com Baal, pois celebram a diversidade e a tolerância: endossam  formalmente o casamento gay, defendem o sexo antes do casamento e não têm posição definida sobre o aborto. Enfim, esses homens sacrificaram a sã doutrina ao venderem suas almas ao poder e à fama.


Os líderes Iscariotes na ânsia de construir seu templo 5 estrelas, que na verdade são sinagogas de Satanás, dizem sem o menor pejo que a palavra mais usada na Bíblia é dinheiro, coagindo as “ovelhas” a depositar tudo que puderem na salva. À semelhança de Judas Iscariotes traem a santa vocação ao pastorado através do “deus murdockiano”. Esses réprobos redefiniram o Evangelho encaixando-o nas teorias de administração de empresa, além de promover a cabala – interpretação esotérica das Escrituras: “Oferte R$ 58,00 Reais mensais, conte 58 dias e você receberá a bênção”. Enfim, esses homens sevem a si mesmos e ao reino das trevas.


Na igreja infectada pelo “vírus Iscariotes” prevalece os jargões supersticiosos: “Está amarrado” Está  "determinado"...e por aí vai. Em lugar algum da Bíblia diz que os crentes da igreja primitiva faziam tais declarações. As Escrituras não trazem um versículo sequer dizendo que com uma simples declaração conseguiremos determinada proeza. É muito simplismo e pretensão dos Iscariotes presumirem que suas palavras atraem as bênçãos do Senhor. Precisamos rejeitar as novidades e “grifes” evangélicas que pulam aqui e acolá e estudar com seriedade a Palavra de Deus. Na realidade, os pastores Iscariotes diariamente “redescobrem” o Evangelho que jamais alguém viu em dois mil e quatorze anos atrás.


No culto da igreja contaminada pelo “vírus iscariotes”, o nome do diabo é mais pronunciado do que o nome de Jesus. Cantam-se mantras com volume elevado de decibéis como se isso demonstrasse espiritualidade. O “ministro de louvor iscariotes” tomou emprestado do candomblé a batida do pé no chão e as danças. Nesse contexto, marcham, rodopiam, pulam e suspiram. O grande mal do culto da igreja
Iscariotes é que ele cria uma espiritualidade sintética, plástica, fantasiosa, não real, pois tudo é regido pelo compasso da carne.

O cristianismo divorciado das Escrituras pode até atrair multidões, mas foi, é, e sempre será um falso cristianismo. A igreja infectada com o “vírus Iscariotes” rouba do povo a verdadeira espiritualidade conduzindo todos os à perdição. É urgente voltar ao “antigo Evangelho”, “as veredas antigas”, “ao caminho estreito de Cristo”. Que o Senhor nos livre do “vírus iscariotes”!


Ir. Marcos Pinheiro

3 de fevereiro de 2017

SÁBIO GINECOLOGISTA



      Uma mulher chegou apavorada no consultório de seu ginecologista e disse:

- Doutor, o senhor terá que me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e já estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo...

O médico então perguntou:

- Muito bem.. O que a senhora quer que eu faça?

A mulher respondeu:

- Desejo interromper esta gravidez e conto com a sua ajuda.
O médico então pensou um pouco e depois de algum tempo em silêncio disse para a mulher:

- Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora.

A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. O médico então completou:

- Senhora, para não ficar com dois bebês de uma vez, em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, a senhora poderá descansar para ter o outro, e terá um período de descanso até o outro nascer. Se vamos matar, não há diferença entre um e outro. Até porque, sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco...

A mulher apavorou-se e disse:

- Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime horrível.

- Também acho minha senhora, mas me pareceu tão convencida disso, que por um momento pensei em ajudá-la.

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, viu que a sua lição surgira efeito. Convenceu a mãe que não há menor diferença entre matar uma criança que nasceu e matar uma ainda por nascer - ambas estão vivas!!!

"O CRIME É O MESMO !!"